domingo, 14 de junho de 2009

UTCHARI

utchari(backward pivot throw) - This technique is used as a last ditch effort to win after the attacker has been driven to the edge. Before he can be forced out, the attacker will drop his hips while pulling the defender up and past him. In executing this technique, the attacker is quite often forced clean over onto his back. The only thing that earns him the win is the twisting motion of his hips, which often forces his opponent to touch down a fraction of a second before he does.

Contexto: Campeonato de sumô em Salto.

Para quem não sabe eu sou um sumotori (lutador de sumô). Este é um esporte que pratico desde os 7 anos onde já vivi inúmeras situações, conheci uma enormidade de pessoas, já visitei alguns países, já me dei bem e também já me dei mal (alguns machucados e tal). Sem dúvida é um dos grandes componentes da minha personalidade.

O sumô amador possui disputas onde os atletas são alocados em diferentes categorias com base em seu peso.
MASCULINO: Peso leve - até 85 Kg
MASCULINO: Peso médio - de 85 Kg até 115 Kg
MASCULINO: Peso pesado - acima de 115 Kg
MASCULINO: Peso absoluto - sem restrição de peso

No começo desse ano eu estava pesando 93 Kg. No entanto firmei um trato com um dos meus alunos onde eu iria emagrecer para lutar no peso leve. A medida tomada foi: passei a voltar correndo do estágio que dista 6 a 7 Km da minha casa, dependendo do caminho que trilho. Emagreci 7-8 Kg, ou seja, estou muito próximo da categoria peso leve.
Ano passado, lutei no peso médio e era um dos menores dessa categoria. Mesmo assim meu desempenho até que foi bom (fiquei entre os oito melhores, tanto no médio, quanto no absoluto).

Mas, quando emagreci, perdi um pouco da "força" que eu tinha quando estava pesando 93 Kg.

Hoje teve campeonato de sumô na Estância Turística de Salto.
Consegui lutar bem novamente (fiquei em 3º lugar).
Dentre todas as lutas teve uma que foi homérica. Estava lutando com um lutador da Equipe Norte, extremamente forte pesando 120 Kg. Minha saída foi forte, mas apesar da força descomunal do adversário eu estava conseguindo controlar a luta pois estava com os dois braços por dentro, estava na vantagem. O adversário tentou finalizar a luta travando os meus braços mas eu respondi à altura e escapei de sua alavanca. No momento em que ele começou a projetar-se para a frente, a fim de empurrar-me para fora do dohyô eu decidi dar um golpe, o utchari.

Esse é um golpe de sacrifício pois se der errado é muito difícil recuperar a luta.

Apertei os braços em torno do adversário, curvei-me para trás de maneira que os pés dele perdessem contato com o solo ao mesmo tempo em quem girava a coluna para o lado direito projetando o adversário para o chão.
O que aconteceu foi que eu girei ele e ainda caí por cima! Foi um belo golpe!

Em suma, acho que estou me acostumando com o meu novo peso!

Bjos do lê!

OBS: Galera, obrigado pelo apoio quanto à rasteira corporativa!

sábado, 6 de junho de 2009

Mundo Corporativo - A história de uma rasteira

Venho por meio desta elucidar uma situação desagradável que ocorreu no ambiente de trabalho que em muito me impactou nos últimos dois dias.

Contexto: Sou graduando em marketing pela Universidade de São Paulo e faço estágio numa grande empresa na área; estou lá a um ano e dois meses.

Eu entrei nessa empresa através de um processo seletivo especial, uma parceria entre a empresa e a AIESEC. Nesse processo foram selecionados 4 aiesecos; pelo programa ficaríamos dois anos na empresa com job rotation e um intercâmbio de dois meses pago pela empresa. Devido a esse oportunidade eu posterguei minha formação em um ano.
Logo que entramos na empresa fomos pejorativamente apelidados de "quarteto fantástico". As pessoas olhavam para a gente e comentavam "olha, esses aí são os que vão viajar""que sorte hein?""virados pra lua". Apesar dessa barreira inicialmente criada pode-se dizer que nossa habituação ocorreu sem nenhum problema. Desde o início já haviam muitos olhos em cima da gente.

Em todo esse tempo em que estou lá pude aprender muita coisa, desenvolvi diversas capacidades e competências que aliadas às minhas caraterísticas pessoais têm gerado um bom resutado (pelo menos nos feedbacks). Melhorei minha visão de negócios, gestão de recursos, clientes, relação interpessoal, negociação, etc. Além disso, pela questão da necessidade melhorei meu nível de conhecimento sobre o pacote office (no começo só perguntava como fazer as coisas; agora, dou até "consultoria interna" sobre access e excel :)

Com os acontecimentos econômicos ocorridos no último ano (crise) o tal do programa foi suspenso. O intercâmbio foi cancelado devido a corte nos custos. Mesmo assim eu ainda continuo como estagiário nessa empresa.

Independentemente da viagem, eu sempre mantive minha motivação no dia-a-dia. Atualmente apresentei alguns trabalhos mais elaborados, além das contumeiras planilhas e análises; isso tem me colocado em certa evidência. As pessoas têm me acionado bastante para ajudá-las em seus trabalhos / projetos. Inclusive o diretor me inclui num projeto que será conduzido à outra área de marketing da empresa.

Recentemente apresentei parcialmente meu projeto (90% concluído). Meu chefe gostou. O pessoal da área gostou. Um dos meus contatos em vendas (projeto voltado para área de vendas) disse que é uma ótima solução para o problema apresentado (grande parte do meu desenvolvimento nessa empresa devo à esse cara).

Na empresa, as informações correm rápido na "rádio peão". E aqui começa a história:

Um dos gerentes de vendas tinha como pendência resolver o mesmo problema o qual meu projeto é voltado. Sem ter conhecimento deste, ele entrou em contato com marketing para pedir suporte, mas foi informado que já haviam iniciativas avançadas na solução desse problema (meu projeto).

Sendo assim, ele solicitou que eu lhe fizesse uma breve demonstração. Ok, fui na sua mesa e demonstrei. Como ele teria que "prestar contas" sobre o andamento dessa pendência na reunião com os fechadores regionais (picas grandassas), ele resolveu mostrar meu projeto; sendo assim, solicitou o arquivo. Eu perguntei para meu chefe se poderia passar o arquivo; este concordou. Assim foi feito.

Um dia após essa tal reunião o meu contato em vendas veio me alertar que na hora da "prestação de contas" da pendência, aquele gerente apresentou o meu projeto, mostrando como a ferramenta era direta, intuitiva e resolveria com tranqulidade o problema identificado.
No entanto, ele apresentou como se a solução tivesse sido elaborada pela equipe DELE. Ou seja, NÃO DEU OS CRÉDITOS PELO TRABALHO!!!

Isso me deixou puto, afinal, esse projeto já acumula MUITAS HORAS de trabalho/raciocínio. E modéstia à parte, está bom de verdade. Mas o cara apresentou como se ELES tivessem elaborado de uma semana para outra, dando a entender que uma semana é o suficiente para ele e sua equipe fazerem trabalho com bastante qualidade, como se isso fosse "fácil" para eles.
Ou seja, na reunião de vendas com os fechadores regionais eles levaram todo o crédito pelo MEU PROJETO!

O aconselhamento que tive dos meus colegas de área é conversar com meu chefe para vislumbrar uma solução para tal peleja. No entanto, ainda não foi possível, visto que ele estava ausente na sexta feira. Caso meu chefe não me apoie, vou pedir apoio ao diretor (o mesmo citado acima).

O pior é que encontrei com esse gerente no elevador e ele disse: "não se esqueça que você está me 'devendo' a versão beta da ferramenta hein?"

Mano, deu vontade de apertar o botão de emergência do elevador e cordialmente encher ele de porrada. Mas segundo meu amigo Paulo Child essa não seria uma solução corporativamente correta auhuahhuauhauhauha

Em suma, já deixo avisado: caso o diretor também não me apoie na solução desse impasse, eu saio.

Não vou conseguir continuar numa empresa que faz vista grossa à ações desse tipo.
Mas espero que essa seja uma maçã podre dentro do cesto.

Finalizando, agradeço todo o apoio que tenho recebido dos meus amigos.

bjs do lê!

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Contextualização para a história de hoje:

Eu sou um morador da ZONA OESTE de São Paulo - SP; me situo na divisa entre Vila Sônia e Butantã. Vila Sônia pelo correio e Butantã pelo jornal do bairro.
Apesar de morar ridiculamente perto do CUASO (Cidade Universitária Armando Salles de Oliveira, a USP Butantã) eu estudo na EACH, mais conhecida como USP LESTE. Ou seja, minha religião é atravessar a cidade diariamente.

Dentre todas as experiências que já vivi dentro do transporte público (sim, eu ando de ônibus desde meus 11 anos) eu me especializei em duas grandes competências.
Uma delas é dormir. (complementando minhas horas de sono)
A outra é escutar a conversa alheia; o assunto deste post é baseado na observação de hoje. Detalhe que é um post SPPM (só pela piada mesmo!). Vamos à história:

Lá estava eu no ônibus, em pé, fingindo que escutava meu MP3 (fingindo pois ele estava desligado)(essa é uma das grandes técnicas que desenvolvi para observar conversas alheias) enquanto uma mulher conversava com o cobrador a respeito de troco. Segue o diálogo:

COBRADOR: - Teve um dia que o cara mandou 4 pessoas passarem e aí veio pagar com uma nota de cinquenta, só que eu não tinha troco. Aí peguei a nota de cinquenta e joguei no cofre, afinal eu não sou obrigado a pagar 4 passagens do meu bolso. O cara ficou puto, perguntando "eagoracomoagentevaifazerpraresolveressaparadaômeu?". Eu mandei ele ir até a garagem retirar seu troco.

MULHER: - Você fez o certo, mas olha, teve um dia que eu dei seis reais para o cobrador, como ele não tinha troco falou pra eu esperar, fui sentar. Quando estava perto do meu ponto eu cheguei pra ele e disse: o meu dinheiro tá aí? Ele respondeu assustado: "isso é um assalto?" rapidamente eu respondi: "o senhor pode ficar tranquilo, eu não sou ladra, mas é que eu vou descer, a menos que a pasagem do ônibus tenha subido para seis reais". E aí o filho da mãe respondeu: "ufa ainda bem! Para descer é só dar o sinal!"

Bjos do lê!

terça-feira, 2 de junho de 2009

O início do blog

Meu nome é Leandro Rosa Monma e este é minha primeira postagem.

Serei breve.

Estou com aquela sensação quase nervosa de "o que vou dizer ao mundo?"; qual será a função social desse blog? Será que meus amigos vão gostar? Será que eu vou gostar? O que vou abordar? Será que vou ganhar dinheiro com a ferramenta "gerar receita pelo adsense"?

Eu respondi a todas essas perguntas recentemente, em função de uma outra ferramenta de comunicação (o twitter). No entanto, ainda não sei dizer se os meus amigos gostam do meus twitts tampouco a função social deles. O que posso dizer é: eu gosto de twittar! (e adoro receber respostas aos meus twitts)

Frente a isso surgiu a dúvida: será que todos os blogueiros têm esse mesmo sentimento antes de transcrever as suas idéias?

Se sim, que bom que não sou o único.
Se não, me fodi!

Ok ok ok planejo apelar para um pouco de humor!

OBS: Apenas para questão de registro: esse post está sendo escrito ao invés de estudar para a prova de tópicos especiais de marketing, na quinta.